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Batalha de Titãs Metálicos: Como foi o 1º Sumô de Robôs da FATEC Itaquera

A robótica e a tradição milenar se encontraram no ringue! A FATEC Itaquera Prof. Miguel Reale promoveu a empolgante Competição de Robôs na modalidade Sumô. Organizado pelo Prof. Me. Ervaldo Garcia Júnior, o torneio teve […]

23 de junho de 2026 9:39 am Blog, Eventos

A robótica e a tradição milenar se encontraram no ringue! A FATEC Itaquera Prof. Miguel Reale promoveu a empolgante Competição de Robôs na modalidade Sumô. Organizado pelo Prof. Me. Ervaldo Garcia Júnior, o torneio teve o objetivo de propor um grande desafio, estimulando os estudantes a se aprofundarem na robótica, eletrônica e programação.

O Desafio no Dojô

Mais do que apenas vencer obstáculos de pista, o teste exigiu um embate direto e cara-a-cara contra os adversários. O objetivo principal da categoria foi simular o Sumô, esporte nacional japonês, onde o robô precisava forçar o oponente para fora das delimitações do ringue.

  • A Arena: A superfície do Dojô utilizado foi feita de madeira, possuindo 77,0 cm de diâmetro e 2,5 cm de espessura.
  • As Linhas: No centro do ringue existiam duas marcações chamadas de Shikiri, com 1,0 cm de largura e 10,0 cm de comprimento, separadas por 10,0 cm entre si.
  • Os Competidores: As equipes foram formadas por até três integrantes que precisavam estar regularmente matriculados nos cursos de Automação Industrial ou de Desenvolvimento de Software Multiplataformas.

Dinâmica das Partidas

O evento ocorreu em um único dia, sendo dividido de forma emocionante em etapas de eliminatórias, semifinais e a grande final.

  • Cada partida de sumô entre as equipes foi composta por três rounds.
  • Os robôs deveriam aguardar exatos 5 segundos após a autorização do juiz para entrarem em operação automaticamente.
  • A duração máxima de cada round foi estabelecida em 1 minuto e 30 segundos.
  • Uma partida completa podia chegar a durar até 4 minutos e 30 segundos.
  • A disputa era encerrada e a vitória declarada assim que uma das equipes vencesse dois rounds.

Especificações dos Robôs (A Regra era Clara!)

Para garantir uma luta justa, puramente baseada na técnica e na inteligência do código, os protótipos tiveram que seguir regras estritas de construção ao longo de todo o torneio:

CaracterísticaRegra / Limite Aplicado
ControleOs robôs precisavam ser obrigatoriamente autônomos, sem interagir com sistemas de controle externo.
Peso e TamanhoO peso máximo permitido foi de 1 kg, com dimensões limitadas a 15,2 x 15,2 cm (comprimento x largura), mas não houve restrições quanto à altura.
AlimentaçãoO movimento ocorreu exclusivamente por energia elétrica, com cada robô transportando sua própria fonte de alimentação, sem limite de tensão.
ProibiçõesFoi estritamente proibido o uso de peças de Lego na montagem.
Armas e DanosNão foram permitidas peças cortantes, materiais inflamáveis, ou dispositivos que lançassem líquidos, pó ou gás.
TraçãoA organização proibiu o uso de ímãs, bombas de vácuo ou dispositivos que melhorassem a tração do robô.

Após muita disputa técnica e tática nas fases iniciais, as duas melhores equipes se enfrentaram em uma final no formato “melhor de 5”, onde apenas o 1º, 2º e 3º lugares garantiram seu espaço no pódio e levaram as premiações.

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